Estação Terapia ← Voltar ao Radar
★ Radar Estação

O que ainda desperta a sua curiosidade?

Vinte e quatro perguntas sobre vontade de aprender, abertura ao imprevisível, interesse pelas pessoas e pelo território novo. As dez primeiras compõem a CEI-II, escala científica de curiosidade. No fim, uma leitura de onde a sua curiosidade corre solta e onde ela anda presa.

Como funciona. O núcleo deste rastreio são os dez itens da CEI-II, inventário de curiosidade e exploração publicado por Todd Kashdan e colegas no Journal of Research in Personality em 2009 e indexado no PubMed. Só esses dez entram na pontuação, que vai de 0 a 40. As outras catorze perguntas são do Radar Estação e mostram onde a curiosidade aparece no cotidiano: nas pessoas, na cidade, e também no que a freia.
Importante. Este é um rastreio de autoconhecimento, nunca um diagnóstico. Curiosidade é um traço que varia com a fase da vida, o cansaço e o contexto. A escala original não tem ponto de corte; as quatro faixas abaixo são descritivas, criadas pelo Radar Estação para organizar a leitura.
24 perguntascerca de 5 minutos
Confidencialseus dados são protegidos
Gratuitosem compromisso

Os testes do Radar Estação são ferramentas de autoconhecimento e não substituem avaliação ou diagnóstico profissional.

Pergunta 1 de 24 4%

O quanto esta frase descreve você?

Para ver seu resultado

Você respondeu às 24 perguntas. Deixe seu contato para receber o resultado completo por e-mail, com a leitura do psicólogo Renan Puléo Barela sobre a sua faixa e sobre cada frente da sua curiosidade.

Só usamos para te enviar o relatório, se você quiser.

Usamos para te mostrar o telefone de ajuda certo, se precisar.

Falta um passo para ver seu resultado

Seu relatório completo já está a caminho do seu e-mail. Para liberar o resumo aqui na tela, confirme pelo WhatsApp: toque no botão e envie a mensagem que já vem pronta.

Abrir WhatsApp e enviar →

O WhatsApp abre em outra aba com a mensagem pronta. Envie e volte aqui.

Ao enviar a mensagem, você confirma que recebeu o teste e nos autoriza a falar com você por lá.

Seu resultado

Último passo: confirme pelo WhatsApp

Toque no botão, envie a mensagem que já vem pronta e depois confira seu e-mail: o seu relatório completo, com a leitura do psicólogo Renan Puléo Barela, já está lá.

Confirmar pelo WhatsApp →

Ao enviar a mensagem, você confirma que recebeu o teste e nos autoriza a falar com você por lá.

Um psicólogo brasileiro para pensar o que move você

Encontrar meu psicólogo →

A Conexão Certa indica um psicólogo com CRP ativo a partir do que você respondeu. Leva cerca de um minuto e não exige cadastro. Atendimento online em português, em fuso combinado com você.

O núcleo deste rastreio usa a CEI-II, inventário de curiosidade descrito por Kashdan e colegas em 2009. As demais perguntas são do Radar Estação e servem apenas de contexto. As faixas são descritivas, o resultado indica tendências e não substitui avaliação profissional. Um diagnóstico depende de múltiplos fatores, como entrevista clínica, anamnese e avaliação direta de um profissional, e de que as informações prestadas sejam verdadeiras: existe apenas a probabilidade de sinais, segundo o instrumento usado neste teste. Procure um psicólogo (CRP ativo) ou médico psiquiatra (CRM ativo) e confira o registro nos sites oficiais do CFP e do CRM.

O que a curiosidade revela sobre o momento de cada um

O que a escala CEI-II mede?

A CEI-II mede curiosidade como traço, em duas dimensões: a busca ativa por conhecimento e experiências novas e a disposição de acolher o que é incerto e imprevisível no cotidiano. Publicada por Kashdan e colegas em 2009, tem dez itens e foi validada em três amostras independentes, com boa discriminação entre os níveis do traço.

Curiosidade baixa é sinal de depressão?

Sozinha, não permite essa conclusão. Curiosidade oscila com cansaço, excesso de trabalho e fases de adaptação, como os primeiros anos em outro país. Quando a falta de interesse se estende por semanas e vem junto de desânimo, sono ruim e perda de prazer em quase tudo, vale procurar avaliação profissional para entender o quadro inteiro.

Morar fora aumenta ou diminui a curiosidade?

Os dois movimentos acontecem. O país novo oferece estímulo constante, mas também exige energia para resolver burocracia, idioma e rotina. No começo, muita gente sente a curiosidade encolher junto com o esgotamento. A revisão de Bhugra, de 2004, descreve a migração como estressor que nem todos vivem da mesma forma, com peso das estratégias de enfrentamento e da resiliência.

Terapia ajuda a recuperar o interesse pelas coisas?

Pode ajudar a entender o que trava o interesse e a testar aproximações concretas. Uma meta-análise de Flückiger e colegas, com 295 estudos e mais de 30 mil pacientes, mostrou que o vínculo terapêutico prevê o resultado com força quase idêntica no atendimento presencial e no online. Em português, sem a camada de tradução.

Leitura clínica: Renan Puléo Barela, psicólogo clínico (CRP 06/147711), especialista em avaliação psicológica e neuropsicológica e palestrante em saúde mental.

Confiabilidade verificada